A vitamina D, muitas vezes referida como a “vitamina do sol”, desempenha um papel vital em várias funções corporais. No entanto, em muitas partes do mundo, a deficiência de vitamina D é prevalente, especialmente entre aqueles que vivem em climas mais frios e passam menos tempo ao sol. Vamos explorar por que devemos considerar a suplementação de vitamina D, com base em evidências científicas.
Pesquisas realizadas em Portugal revelaram que cerca de 66% dos adultos apresentavam deficiência de vitamina D3. Além disso, estudos conduzidos em toda a população europeia indicam uma epidemia de deficiência de vitamina D3, afetando aproximadamente 40% dos europeus, cujos níveis são considerados insuficientes. Essa carência tende a ser mais prevalente durante os meses de inverno, quando a exposição à luz solar é reduzida. [1][2]
Vários estudos analisaram a relação entre a suplementação de vitamina D3 e a incidência de cancro e a sua mortalidade. A vitamina D3 não parece reduzir a incidência de cancro, exceto no caso do cancro do cólon [6]. No entanto, é capaz de reduzir significativamente a mortalidade da maior parte dos cancros. [3][4][5]
Alguns estudos demonstraram que a suplementação de vitamina D3 pode desempenhar um papel importante na regulação do humor e na diminuição do risco de depressão. [7][8][9]
A suplementação da vitamina D3 reduz a probabilidade de desenvolver uma infeção respiratória até 36%, segundo uma meta-análise de estudos randomizados controlados, que envolveu 10 estudos e 4859 participantes no total. [10]
Estudos reunidos em meta-análises indicam que a suplementação de vitamina D3 tem o potencial de diminuir consideravelmente os índices de inflamação corporal. Esse efeito parece ser consistente numa ampla gama de estudos realizados nesta área. [11][12][13][14]
Vários estudos controlados mostraram que a suplementação de vitamina D3 foi capaz de reduzir significativamente a incidência de enxaquecas. [15][16]
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